sábado, 29 de março de 2014

NEM A NUDEZ NEM SUA IGNORÂNCIA SÃO CULPADAS PELO ESTUPRO.

Sou homem.

Quando nasci, meu avô parabenizou meu pai por ter tido um filho homem. E agradeceu à minha mãe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avô.

Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque "Lego é coisa de menino", e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas.

Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. Também ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões. Isso também estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocínio, o que é bom para toda criança.

Na minha época de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias. Dava uma confusão! E então elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas "Homem é assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho" - era o que eu ouvia.

Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. Nós tínhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamãe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mãe não deixava: "Larga a boneca, Juninho, é coisa de menina". E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, não deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque "menino é muito estúpido e, principalmente, pra frente". Eu não me achava estúpido e também não entendia o que ele queria dizer com "pra frente", mas obedecia.

No natal, minha irmã ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamãe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogãozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar.

Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas.
Na adolescência, ninguém me criticava quando eu ficava com várias meninas.
Atualmente continua assim.

Meu pai não briga comigo quando passo a noite fora. Não fica dizendo que tenho que ser um "rapaz de família". Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel.

Ninguém fica me dando sermão dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difícil.
Ninguém me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa.

Ninguém fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar.
Ninguém fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque "mulher só pensa em sexo".

Ninguém acha que minhas namoradas só estavam comigo para conseguir sexo.
Ninguém pensa que, ao transar, estou me submetendo à vontade da minha parceira.
Ninguém demoniza meus orgasmos.

Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira.
Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais.

Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem.
Nunca ficaram repetindo para mim que "Homem tem que se valorizar" ou "se dar ao respeito". Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito.

Quando saio na rua ninguém me chama de "delícia".
Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva.
Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que não vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso até andar na rua comendo uma banana.

Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vão me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado.

Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso.
Nunca ouvi alguém me chamando de “Desavergonhado” porque saí sem camisa.
Ninguém tenta regular minhas roupas de malhar.
Ninguém tenta regular minhas roupas.

Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pé.

Eu posso pegar o metrô lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria.

Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço.

Nunca ouvi falar que alguém do meu sexo foi estuprado por uma multidão.

Eu posso pegar ônibus sozinho de madrugada.
Quando não estou carregando nada de valor, não continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco não existe na cabeça das pessoas do meu sexo.

Quando saio à noite, posso usar a roupa que quiser.
Se eu sofrer algum tipo de violência, ninguém me culpa porque eu estava bêbado ou por causa das minhas roupas.
Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguém iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. Ninguém tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VÍTIMA e só.

Ninguém me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”.

Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pé. Ninguém me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual às vezes.

99% dos sites de pornografia são feitos para agradar a mim e aos homens em geral.
Ninguém fica chocado quando eu digo que assisto pornôs.
Ninguém nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo.
Ninguém nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erótica.
Ninguém fica chocado se eu disser que me masturbo.

Nenhuma sogra vai dizer para a filha não se casar comigo porque não sou virgem.

Ninguém me critica por investir na minha vida profissional.
Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca é menor que o dela.
Se sou promovido, ninguém faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mérito.
Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mãe por alguns dias, ninguém me chama de irresponsável.

Ninguém acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda não tiver filhos.

Ninguém palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo.
Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vão achar sexy e ninguém vai me chamar de desleixado.

A sociedade não encara minha virgindade como um troféu.

90% das vagas do serviço militar são destinadas às pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalão, em que o oficial só mexe com papelada e gerência.

Se eu sair com uma determinada roupa ninguém vai dizer “Esse aí tá pedindo”.

Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, não sou eu quem sou ofendido. Ninguém me chama de "vagabundo" e nem diz "depois fica postando frases de amor no Facebook".
Se vazar um vídeo em que eu esteja transando com uma mulher em público, ninguém vai me xingar, criticar, apedrejar. Não serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade.
Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher só, as pessoas acham lindo. Ninguém me julga pelo meu passado.

Ninguém diz que é falta de higiene se eu não me depilar.

Ninguém me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herói.

Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja Católica por ser homem.

Nunca apanhei por ser homem.
Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem.
Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem.
Ninguém diz que meu lugar é na cozinha por ser homem.

Ninguém diz que não posso falar palavrão por ser homem.
Ninguém diz que não posso beber por ser homem.

Ninguém olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida.

Ninguém justifica meu mau humor falando dos meus hormônios.

Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligência por ser homem.

Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguém diz “Tinha que ser homem mesmo!”

Quando sou simpático com uma mulher, ela não deduz que “estou dando mole”.

Se eu fizer uma tatuagem, ninguém vai dizer que sou um “puto”.

Ninguém acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto.
Ninguém acha que terei de ser submisso a uma futura esposa.

Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o único homem.

Nunca me encaixo como público-alvo nas propagandas de produtos de limpeza.
Sempre me encaixo como público-alvo nas propagandas de cerveja.

Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso.

Não há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação.

A sociedade não separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”.

Quando eu digo “Não” ninguém acha que estou fazendo charme. Não é não.

Não preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação.

As pessoas do meu sexo não foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado.
As pessoas do meu sexo não são estupradas a cada 12 segundos no Brasil.
As pessoas do meu sexo não são estupradas por uma multidão nas manifestações do Egito.

Não sou homem. Mas, se você é, é fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo.
Não minimize uma dor que você não conhece.

(Texto circulando pelo Facebook. Autor desconhecido)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

VAI UM VILÃO, AÍ?


Estive pensando sobre o papel do vilão na literatura. São vários nomes, vários personagens e vários tipos de vilões, mas, convenhamos... vilão é sempre vilão.
Sem entrar no mérito da teoria literária, apenas fazendo um ensaio livre, análises simples, podemos relembrar...
Voldemort – Harry Potter
Volturi / Victória- Crepúsculo
Verbal Kint – Os suspeitos (filme)
Conde Vertigo – Arqueiro Verde (Arrow, na série da Warner)
(ops....todos com V?)
Malvina Cruela – 101 dálmatas
Rainha Vermelha (outro V)  Alice no País das Maravilhas
Feiticeira Branca – As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa
Magneto – X-man
Surfista Prateado – Quarteto Fantástico
Lex Luthor – Super Homem
Charada/Coringa/Pinguim – Batman e trilogias
Madrasta – Branca de Neve

E, claro, dando aquele tom bem humorado ao post...

Odete Roitman – Vale tudo (1988)
Laurinha Figueroa – Rainha da Sucata (1990)
Raquel Araújo – Mulheres de Areia (1993)
Nazaré – Senhora do Destino (2004)
Carminha – Avenida Brasil (2012)
Félix (Bicha Má) – Amor à Vida (2013)


Esses últimos – das novelas – foram nomes que eu lembrei, certamente há muitos outros.
Agora, o que realmente importa no post é justamente lembrar os vilões, do papel fundamental que eles têm nas mais diversas tramas literárias (novela é uma trama literária, meio deturpada pela ‘modernidade’, mas é!)

Geralmente, o público, seja ele leitor ou expectador, torce em algum momento pelo vilão. Essa  torcida pode ser indireta ou não. Quando nossa atenção está mais voltada para as ações do vilão, é meio que uma ‘torcida enrustida’ ... (hahaha ... eu acho)
E vitória o autor/escritor tem quando esse mesmo público passa a gostar do vilão, passa a achar muito legal o jeito como o personagem mau conduz a maldade na trama.

O próprio personagem que ilustra esse post nos deixa confusos durante o filme se ele é o mocinho ou o vilão do longa dirigido por James McTeigue.



Nas telas – seja cinematográfica ou televisiva – isso acontece com mais facilidade, pois conta com a interpretação do ator e conta com a boa construção do personagem pelo ator. Foi o que aconteceu com o personagem de Mateus Solano – Félix, em Amor à Vida. Babamos por ele no final da novela.

Mas quero fechar essa simplória reflexão, pedindo que os nobres leitores façam uma reflexão das suas preferências pelos vilões. Nos quadrinhos da MARVEL, por exemplo, é fácil  se lembrar do vilão e querer saber tudo dele... ou talvez,  na LIGA DA JUSTIÇA, ou nos livros das sagas mais recentes como Percy Jackson, CÍRCULO DE FOGO, de L.J.Smith; ASSASSIN’S CREED, de Oliver Bowden ou CRÔNICAS SAXÔNICAS, de Bernard Cornwell.

O que vale é você fazer suas escolhas literárias – televisivas, cinematográficas ou impressas – e divertir-se com a intensidade dos vilões!


Que vença o melhor!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

BUSCANDO FILMES NA WEB

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Como eu amo muito filmes, mas não tenho de assistir a todos que eu gostaria.Então, pesquisando sobre os filmes que eu deixei de ver, achei um blog muito legal, de um  cara que eu não conhecia, mas virei fã.
(para acessar, clique a tela CTRL e clique no link acima) para quem estivem om preguiça, eis o que meu colega escreveu  mais abaixo.
Eu ainda não assisti aos filmes abaixo, mas já estou providenciando isso; assim que conseguir, postarei informações.
Por enquanto, fica apenas como sugestão!!!
"2013 foi um ano agitado. Super-heróis coletaram 3 bilhões de dólares nas bilheterias em filmes bem bacanas (Homem de Ferro 3, Wolverine Imortal, O Homem de Aço eThor: O Mundo Sombrio). Invocação do Mal mostrou o que é sentir medo de novo no cinema. Wagner Moura fez sua estreia em Hollywood com Elysium. Brad Pitt calou a boca dos detratores e fez de Guerra Mundial Z um ótimo filme de zumbis (ou com zumbis, vai saber) e o maior sucesso de sua carreira. Ben Affleck ganhou o Oscar com Argo e fez muito barulho ao ser apontado como o novo Batman do cinema. O caixa bateu no vermelho com R.I.P.D., O Cavaleiro Solitário, Jack, O Caçador de Gigantes, Depois da Terra e O Ataque. E Jennifer Lawrence fecha o ano com um Oscar na bolsa, um dos maiores sucessos do ano no currículo (o bem bacana Jogos Vorazes: Em Chamas) e o título de estrela mais gente boa do cinemão.
Mas chega de blablablá. Vamos ao que interessa: os 13 filmes que fizeram de 2013 um ano bem legal. Os filmes de 2013 que eu assisti em 2013, para ser mais preciso. 2014, bring it on!
13. O GRANDE MESTRE
(Yi Dai Zong Shi, Wong Kar Wai)
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O mestre aqui é o diretor de Amor À Flor da Pele, um dos filmes mais espetaculares do cinema moderno. Wong Kar Wai não segue a cartilha de O Tigre e o Dragão ouHerói. Seu O Grande Mestre, baseado na vida do lutador Ip Man (grande performance de Tony Leung), entrecorta o velho e o novo, a tradição das artes marciais com o avanço inexorável do mundo moderno, de guerra e política, sem espaço para a honra. A cena inicial, um combate de um contra dezenas sob uma chuva inclemente, marca o estilo do diretor: não é a luta entre os homens que importa, e sim o combate interior para manter-se zen num mundo amoral.
12. CÍRCULO DE FOGO
(Pacific Rim, Guillermo Del Toro)
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Guillermo Del Toro colocou monstros gigantes descendo a lenha em robôs colossais, transformou tudo em um caso de família e criou um dos espetáculos mais sensacionais do ano. Círculo de Fogocomo eu escrevi na época de seu lançamento, adiciona humanidade ao cinema pipoca, equilibrando os personagens “de verdade” com as criaturas que brotam da imaginação do diretor. E poucas cenas este ano foram tão eletrizantes quanto a Batalha de Hong Kong. Já perdi a conta de quantas vezes eu revi…
11. OS SUSPEITOS
(Prisoners, Denis Villeneuve)
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Neste thriller com Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal, a linha entre certo e errado, lei e justiça, culpados e inocentes, aparece borrada. Jackman é o pai que, após o desaparecimento de sua filha (e a de um amigo, interpretado por Terrence Howard), não mede esforços para encontrar o responsável. O único suspeito escorrega por entre os dedos de uma polícia atada por procedimentos, Jackman não quer deixar barato e… bom, e aí você pode imaginar. O diretor de Incêndios mostra que não há linha que um “homem de bem” não seja capaz de cruzar em sua busca pela verdade. Mas, afinal, quem é o dono da verdade?
10. FRUITVALE STATION – A ÚLTIMA PARADA
(Fruitvale Station, Ryan Coogler)
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Nas primeiras horas de janeiro de 2009, Oscar Grant, de 22 anos, foi morto pela polícia com um tiro nas costas, após uma briga na estação de trem que dá nome ao filme. Um crime estúpido abreviando uma vida plena. Ryan Coogler reconstroi o último dia de Oscar em uma crônica da morte anunciada que segue num crescendo de tensão quase insuportável. No Brasil, onde temos um Oscar Grant por dia, reflexo de uma polícia ainda menos preparada, o filme tem impacto maior. Impossível não refletir. Mais impossível não aplaudir o trabalho de Michael B. Jordan, que confere a Oscar humanidade e esperança em uma vida até então marcada por erros. Uma vida que terminou com o impacto de uma bala.
9. FRANCES HA
(Noah Baumbach)
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A energia pura irradiada por Greta Gerwig no papel de Frances dá para iluminar uma cidade! Não existe tempo ruim para essa jovem de vinte-e-poucos anos em busca do rumo que vai dar à sua vida. Amizades desfeitas, corações partidos e um inacreditável fim de semana em Paris compõem o recorte tecido pelo diretor Baumbach (A Lula e a Baleia) e pela própria Greta, que dividem o roteiro (e, pelo visto, as escovas de dentes). Produzido pela brasileira RT Features, Frances Ha é filme independente em concepção, mas mundial em execução. Quando Frances passa um feriado em família, com todos os prós, contras, perguntas e cobranças, ela é gente como a gente. Ainda que infinitamente mais charmosa.
8. ANTES DA MEIA-NOITE
(Before Midnight, Richard Linklater)
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O que é o amor? E o que ele se torna quando a paixão dá espaço à rotina? É essa jornada que o casal Jesse e Céline encara quando os reencontramos quase duas décadas depois da noite a dois em Viena, quando eram adolescentes, e praticamente uma década depois de seu reencontro em Paris, já adultos em busca de rumo. Ethan Hawke, Julie Delpy e o diretor Linklater criam a trilogia mais inusitada do cinema, um filme sobre adultos e para adultos. É verão, Jesse e Céline agora são casados e passam férias na Grécia com suas filhas. É também hora de redescobrir o significado de suas escolhas. Antes da Meia-Noite é imprevisível, agridoce, emocionante e arrebatador. Como o amor.
7. AZUL É A COR MAIS QUENTE
(La Vie a´Adèle, Abdellatif Kechiche)
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Os quadrinhos autobiográficos (pero no mucho) de Julie Maroh ganham uma adaptação delicada que explora o começo, meio e fim de um amor puro – e, sendo puro, talvez ele não tenha fim. É o acaso que une a estudante Emma (Léa Seydoux) e a adolescente Adèle (Adèle Exarchopoulos); é o sentimento forte e crescente que as faz descobrir, juntas, o que é uma vida a dois. Com três horas de projeção, o filme toma seu tempo em estabelecer o peso do sentimento que as une, a cisão que as separa e os fragmentos que ficam pelo caminho. Mas, acredite, três horas não é nada quando está em cena uma atriz tão espetacular como Adèle Exarchopoulos: o que ela constrói nesse tempo é uma vida plena.
6. THE WIND RISES
(Kaze Tachinu, Hayao Miyazaki)
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O mestre Hayao Miyazaki diz que The Wind Rises é sua despedida do cinema. Gênio por trás das obras primas Meu Amigo TotoroPrincesa Mononoke e A Viagem de Chihiro, aqui o diretor se afasta da fantasia e entra em terreno perigoso. Desde criança, Jiro tem um sonho: o de ganhar os céus. Como não pode pilotar (sua visão é frágil e não acompanha seu coração), ele passa a vida desenhando o avião perfeito – para a glória da nação japonesa, claro. A mesma nação que fazia um acordo com o Partido Nazista e entrava na Segunda Guerra Mundial. Ver seu sonho se tornar instrumento de destruição é o temor de todo artista. Miyazaki romantiza a biografia de Jiro (que morreu em 1982) e procura a beleza em meio ao caos. Pode ser uma busca sem fim. Mas a jornada, como mostrada em The Wind Rises, é de tirar o fôlego.
5. RUSH – NO LIMITE DA EMOÇÃO
(Rush, Ron Howard)
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A rivalidade dos pilotos James Hunt e Niki Lauda é o motor deste drama em alta velocidade conduzido com firmeza e estilo por Ron Howard. O diretor foi até a época em que o glamour das corridas de Fórmula 1 se confundia com o perigo muito real enfrentado por pilotos que testavam os limites da tecnologia e da velocidade. O cinema várias vezes procurou as corridas como pano de fundo para histórias de superação, mas a trajetória magnífica de Hunt e Lauda – entrecortada por sexo, bebibas, mulheres, acidentes, voltas por cima e o triunfo do espírito humano sobre a máquina fria – criou um filme espetacular, que ganha ainda mais fôlego com o trabalho irretocável de Chris Hemsworth e Daniel Brühl.
4. O LOBO DE WALL STREET
(The Wolf of Wall Street, Martin Scorsese)
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Scorsese aposta pela quinta vez na estampa de Leonardo DiCaprio para conduzir uma trama acelerada, tragicômica e tão incrível que só podia ser verdade. O astro é Jordan Belfort, corretor em Wall Street que se aproveita de um mercado de ações confuso para, nem sempre dentro da lei, construir uma fortuna. Sua ascensão e queda parecem ser anabolizadas por cocaína, prostitutas e mais dinheiro que alguém pode gastar. Scorsese mergulha neste mundo e entrega um filme fascinante, em que mais uma vez DiCaprio prova ser um dos intérpretes mais completos de sua geração. Ainda assim, é Matthew McConaughey, no papel do mentor de Belfort, que resume em um diálogo arrasador o que é preciso para sobreviver no mar de tubarões que é o mundo de dinheiro e poder de Wall Street.
3. CAPITÃO PHILLIPS
(Captain Phillips, Paul Greengrass)
Tom Hanks
Existe um momento, já no final de Capitão Phillips, em que o personagem de Tom Hanks parece ceder à toda a pressão da abordagem em alto mar do cargueiro que ele comandava. Primeiro quando seu navio foi tomado por piratas somali, que depois o levaram como refém por longos dias em uma baleeira. Por fim, o trágico resgate feito pelos fuzileiros americanos. Recebendo cuidados médicos, ele desaba, seu cérebro ainda não registra que seu tormento chegou ao fim. É o momento em que Hanks mostra porque é um grande ator, e é também o fim de uma jornada tensa conduzida com precisão por Greengrass (A Supermacia BourneO Ultimato Bourne). Bombardeado por acusações estúpidas, o filme humaniza todos os lados (o que overdadeiro capitão Phillips pode discordar) e não oferece respostas. O difícil, quando a barbárie sobrepuja a humanidade, é formular as perguntas.
2. TRAPAÇA
(American Hustle, David O. Russell)
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David O. Russell é como o dono de uma companhia teatral. Pega os melhores artistas de um trabalho (Christian Bale e Amy Adams, que com ele fizeram O Vencedor), adiciona performers de outra grande montagem (Bradley Cooper e Jennifer Lawrence, de O Lado Bom da Vida), pincela novas peças no tabuleiro (Jeremy Renner, Louis C.K.) e o resultado é… mágica! Trapaça é um filme sobre vigaristas. Bale e Adams, apaixonados um pelo outro e pela beleza dos golpes, sobrevivem numa boa ao garfar sempre peixes pequenos. J-Law é o outro lado da moeda, já que é casada com o personagem de Bale (e ilumina a tela sempre que está em cena). O policial Cooper dá as caras para a) desestabilizar o esquema e b) talvez ter um gostinho de como a vida do outro lado é boa. Quando a farsa ameaça cutucar jogadores perigosos de verdade (políticos, a máfia), é hora de buscar uma saída. Ou de mergulhar ainda mais fundo na trapaça. Um filme delicioso, com um elenco espetacular que nunca esteve tão em sintonia. Russell aperfeiçoou sua fórmula. Qual o passo seguinte?
1. GRAVIDADE
(Gravity, Alfonso Cuarón)
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Cinema em estado bruto. Um filme de arte de 100 milhões de dólares. Um vislumbre do futuro do cinema. A tecnologia a serviço da narrativa. Uma atriz no auge de seu talento. Gravidade é o melhor filme de 2013. Quando falei sobre ele, duvidava que outro filme pudesse ser tão arrebatador, tão envolvente, tão espetacular. Pura mágica." 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

As palavras...

Sejam elas grandes ou pequenas
Bonitas ou feias
Leves ou pesadas.... precisam ser só PALAVRAS.
Mas não são. Criam vida, forma, corpo, mundo
Criam realidades, dores, amores, criam pessoas

E personagens.
São falsas e duras, alegres, e grandes tristezas...
Em que forma você se encaixa?
Como são as palavras que formam sua vida.

Pense, reflita sobre quem você é...
Escolha cinco palavras para descrever você.
E depois peça para um amigo bem próximo descrever você.

Será que ele conhece você bem? Será que ele vai acertar?
Será que você se conhece?
Tente...arrisque-se... porque palavras também demonstram

CORAGEM.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Quem é o seu Amante?

Numa madrugada em que o sono me abandonou, recebi um texto do qual já tinha conhecimento na prática, mas nunca com palavras.
Assim, compartilho com vocês aquilo que posso dizer que é verdade, não por palavras, mas por  (des)vivência.


Quem é o seu Amante? (Jorge Bucay - Psicólogo) 

" Muitas pessoas tem um(a) amante e outras(os) gostariam de ter um(a). 
Há também as que não tem, e as que tinham 
e perderam". 
Geralmente, são essas últimas que vem ao 
meu consultório, 
para me contar que estão tristes ou 

que apresentam sintomas típicos de insônia,
apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. 
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente 
perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico
 firme:
"Depressão", 

além da inevitável receita do anti-depressivo 
do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, 
eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um 

AMANTE!!!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas 
ao receberem meu conselho.
Há as que pensam: 
"Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas"?! 
Há também as que, chocadas e escandalizadas, 
se despedem e não voltam nunca mais.
Aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
"AMANTE" é aquilo que nos 
"apaixona", 
é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono, 
é também aquilo que, às vezes, nos
impede de dormir.

O nosso "AMANTE "
é aquilo que nos mantém distraídos 
em relação ao que acontece à nossa volta. 
É o que nos mostra o sentido e a
motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso 
"AMANTE" 
em nosso parceiro, 
outras, em alguém que
não é nosso parceiro, 
mas que nos desperta as maiores 
paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo 
na pesquisa científica ou na literatura, 
na música, na política, 
no esporte, no trabalho, 
na necessidade de transcender espiritualmente, 
na boa mesa, no estudo ou 
no prazer obsessivo do 
passatempo predileto....
Enfim, é 
"alguém!" 
ou "algo" 
que nos faz "namorar a vida" 
e nos afasta do triste destino de 
"ir levando"!..

E o que é "ir levando"? 

Ir levando é ter medo de viver. 
É o vigiar a forma como os outros vivem, 
é o se deixar dominar pela pressão, 
perambular por consultórios médicos, 
tomar remédios multicoloridos, 
afastar-se do que é gratificante, 
observar decepcionado 
cada ruga nova que o espelho mostra, 
é se aborrecer com o calor ou com o frio, 
com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, 
fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão, 
de que talvez possamos realizar algo amanhã*.
Por favor, não se contente com 
"ir levando";
 
procure um amante
seja também um amante e um protagonista
... DA SUA VIDA!


Acredite: O trágico não é morrer, 
afinal a morte tem boa memória, 
e nunca se esqueceu de ninguém. 
O trágico é desistir de viver... 
Por isso, e sem mais delongas, 
procure um amante ...
A psicologia após estudar muito sobre o tema, 
descobriu algo transcendental: 

"PARA ESTAR SATISFEITA(O), ATIVA(O) 
E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, 
É PRECISO NAMORAR A VIDA".

domingo, 17 de julho de 2011

Querer falar x querer esconder - Desabafo

Diz pra eu ficar muda
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério...
Tramas do sucesso
Mundo particular
Solos de guitarra
Não vão me conquistar...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...(x2)
O que você precisa
É de um retoque total
Vou transformar o seu rascunho
Em arte final...
Agora nao tem jeito
cê tá numa cilada
é cada um por si
você por mim, mais nada...

Quero falar pra todo mundo sobre quem é essa letra, mas desde o início, eu sabia que nunca seria possível nada...a  não ser o que  aconteceu e o (pouco) que vem acontecendo. 
Hoje, estou mais forte, sei lidar melhor com a sensação de dor. É como minha lordose: nao tem cura, tenho de conviver com ela e amenizar os sintomas com remédios...exercícios...
Olha q decadência...comparar isso a minha lordose...
Mas hoje só quero falar isso mesmo...nao tenho coragem de ir além. Na verdade, eu tenho coragem, mas será que vale a pena....???
Queria que alguém me dissesse: vai, corre, entra na batalha, viva...

E eu faria o que? Nada...porque já sei o final...infelizmente esse jogo tem cartas marcadas e o final já é conhecido.
Pergunto: porque insisto em me inscrever nele????????

Seu nome: RGF

quinta-feira, 21 de maio de 2009

links das paródias....

Se não podemos ensinar a dançar, ao menos ensinemos a cantar...


Conheçam a música para que possamos cantar a paródia gramatical em breve!
Estou terminando as paródias, não sei ainda qual música eu usarei...
Enquanto isso, ouçam as duas...


Aquele upa a todos!!!

COMO UMA PRECE


Quando eu estava na 8ª séire, Madonna lança um disco maravilho: Like a Prayer que, em português, significa "como uma prece". Isso foi em 1988-89. Foi um arraso!!! Arrombou geral!!!

Nos dias atuais, os adjetivos nao mudaram muito de gênero...ainda estão agressivos para coisas muito boas. Se Madonna lançasse seu álbum que vendesse 16 milhoes de cópias em menos de duas semanas, o adjetivo seria APAVOROU!!!

Como podemos ver, a linguagem apenas se vale da polissemia das palavras. Não muda muito...

Agora, mudança mesmo é o que podemos ver nas pistas dançantes atuais, comparadas aos clips de Madonna, disponíveis no Youtube. Estive no Camorra, numa festa jovem, dia 15 de maio de 2009 e quase surtei! Os jovens não dançam...mal se mexem...mal balançam a cabeça! Disseram-me os companheiros de palntão que era a dança do pompo, que apenas se mexe a cabeça...aquilo é a dança...pensei: SOCORRO!

Precisam urgente de uma dose de Madonna, que dança, canta, e agita muito.Era assim, como nos clips de Madonna, que dançávamos nas pistas em 1990, 91,92,93,94,95...

...aí trocaram dança por "tcham,tcham", e por "tapinha não doi", e por "pocotó", e por "ad0-aad0"....e agora é o pombo!

Pombo não dança...sisca! Precisamos urgente de uma dose de dança, de alegria, de diversão, de agito, de soltar as energias...Antigamente, soltávamos as energias nos lugares certos, não na violência, na degradação, na marginalidade, na brutalidade, no vandalismo que vemos logo após uma noite de "balada", quando os jovens saem fazendo verdadeiros arrastões de criminalidade. E quem mora nos arredores de danceterias sabe bem do que estou falando.

Falo, não como um desabafo, mas como uma prece! Like a Prayer!

segunda-feira, 23 de março de 2009

VERÔNICA - "LUZ, CÂMERA, RALAÇÃO"

HISTÓRIA EMOCIONANTEMENTE ENVOLVENTE misturada aos TRABALHOS DO FESTIVAL DE CINEMA DA ESCOLA BARÃO 2009.

Queridos...
temos muito trabalho pela frente!!!

Para começar, a tarefa é assistir ao filme VERÔNICA! Não o procurei pela cidade...mas já adianto por aqui que todos devem assistir.

Além de ser um dos temas da nossa AF2 (porque o tema da AF1
ERA o do livro que ninguém achou...nem eu achei o representante da Editora Moderna) o filme dará início a algumas discussões que faremos sobre a construção do roteiro do filme de cada equipe.

TROCANDO EM MIÚDOS...cada membro das equipes precisa:


1- assistir ao filme (ainda nao tem data final, mas o parâmetro é a data da AF2)
2- ler a ficha sobre o filme postada abaixo.
3- assistir ao trailer, cujo link está disponível no final desta postagem.
4- comentar (aqui no blog), dizendo se gostou ou não, por que, e escrever sua expectativa sobre o seu filme

Galera, um beijo a todos e... começou a RALAÇÃO para o troféu PIPOCA...
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Verônica (Verônica)
Elenco:
Andréa Beltrão, Marco Ricca, Matheus de Sá, Giulio Lopes.
Direção: Maurício Farias
Gênero: Ação
Duração: 87 min.
Distribuidora: Europa Filmes
Estreia: 06 de Fevereiro de 2009



Sinopse: VERÔNICA é professora da rede municipal de ensino há vinte anos e agora, na iminência de se aposentar e passando por sérios problemas pessoais, está exausta e sem a paciência de sempre.
Um dia, na escola em que trabalha, ela percebe que ninguém veio buscar Leandro, um aluno de oito anos.
Já é tarde da noite quando a professora decide levá-lo em casa. Ao chegar no alto do morro, encontram a polícia e muito tumulto. Traficantes mataram os pais de Leandro e querem matá-lo também.
Verônica foge com o menino. Ela procura ajuda e descobre que a policia também está ligada ao assassinato dos pais do menino. Sem poder confiar em ninguém, ela decide esconder o garoto.
Assim, Verônica é obrigada a enfrentar policiais e traficantes para sobreviver. E enquanto procura uma maneira de escapar com o menino, redescobre sentimentos que estavam adormecidos na sua vida solitária e difícil.

Veja trailer MARAVILHOSO em:

http://www.cinepop.com.br/filmes/veronica.htm

terça-feira, 17 de março de 2009

CURSOS TÉCNICOS DA BARÃO

NOBRES COLEGAS!!!

ESTAMOS VIVENDO UM MOMENTO HISTÓRICO EM NOSSA ESCOLA...

A IMPLANTAÇÃO DOS CURSOS TÉCNICOS É UM PASSO IMPORTANTE NA CONQUISTA DE NOVOS HORIZONTES DE UMA ESCOLA TRADICIONAL DA NOSSA CIDADE.

BEM-VINDOS ALUNOS....PAIS....COLEGAS...E TODOS OS PARCEIROS DESTE PROJETO TÃO AUDACIOSO.

FICA AQUI MINHA FRASE-LEMA OU, COMO DIRIA O PASTOR RAUL, MINHA SENHA DIÁRIA PARA A VIDA:

" O NOBRE PROJETA COISAS NOBRES E NA SUA NOBREZA, PERSEVERARÁ".
Isaías 32:8 (Antigo Testamento da Bíblia Sagrada)


eis as imagens para reflexão das primeiras aulas do curso de WEB DESIGN...